Uma carta para ti, da Coco

Moker,
Ousadia. Foi isso que me trouxe até aqui.

A minha infância foi marcada pela ausência de luxos. Cresci num orfanato, rodeada de regras e expectativas que não combinavam com os meus sonhos. Mas descobri cedo que não precisava de rendas ou diamantes para ser elegante – precisava apenas de atitude.

Quando decidi cortar o cabelo curto e vestir calças, disseram-me que era um escândalo. Quando criei um perfume com o meu nome, garantiram-me que ninguém o usaria. Quando escolhi o preto como a cor da sofisticação, disseram-me que era fúnebre. E, no entanto, aqui estamos.

Fiz da simplicidade a minha revolução. Provei que a elegância está na confiança, que a sofisticação é liberdade e que um frasco de perfume pode conter uma identidade inteira. Não basta vestir um vestido bonito – é preciso usá-lo como se o mundo fosse nosso.

A moda muda, mas o estilo permanece. E o maior estilo de todos é ser fiel a si mesma. Não tenhas medo de cortar o cabelo, de vestir algo inesperado, de quebrar as regras. Uma mulher que se veste com coragem nunca passa despercebida.

Não esperes que o mundo te diga quem deves ser. Decide por ti mesma. Ousa ser inesquecível.

Com determinação,

Coco

E, claro, esta carta é uma criação fictícia dentro do universo dos “rebuliços”. Embora as palavras e os sentimentos aqui expressos possam refletir a essência da Coco Chanel, ela nunca escreveu esta carta.

 

Bons rebuliços,

Molly

E, claro, esta carta é uma criação fictícia dentro do universo dos “rebuliços”. Embora as palavras e os sentimentos aqui expressos possam refletir a essência da Coco Chanel, ela nunca escreveu esta carta.

 

Bons rebuliços,

Molly